Iremos falar um pouco a respeito do dia 18 de maio. Se você não conhece a celebração da data se ligue aí!

É no dia 18 de maio que celebramos o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, data determinada

oficialmente pela Lei 9.970/2000, em memória à menina Araceli Crespo, de 08 anos de idade, que foi sequestrada, violentada e assassinada em 18 de maio de 1973. Portanto, o Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes incentiva que em todo o Brasil sejam realizadas ações que visem alertar toda a sociedade sobre a necessidade da prevenção à violência sexual.

Se você não sabia, nós motoristas por aplicativos, fazemos parte de rede de proteção e podemos sim, denunciar!

Como fazer quando tiver conhecimento que alguma criança ou adolescente esteja sendo abusada sexualmente?

Entre outros canais de denúncia, onde o sigilo é garantido e as ligações poderão serem realizadas por aparelhos fixos e móveis temos os seguintes:

· Temos o disque 100. A ligação é gratuita, funciona todos os dias da semana, por 24h, inclusive sábados, domingos e feriados.

· Temos o 190 da Polícia Militar;

· Temos o 191 da Polícia Rodoviária Federal;

· Podemos acionar o Conselho Tutela da cidade;

· O CRAS ou CREAS da cidade.

Lembramos que diariamente crianças e adolescentes são expostos a diversas formas de violência nos diversos ambientes por eles frequentados. Dessa forma, a família, a sociedade e o poder público, devem ser envolvidos na discussão e nas atividades propostas em relação à prevenção ao abuso e exploração sexual, alertando principalmente que as vítimas, em sua grande maioria, não tem a percepção do que é o abuso sexual.

A violência sexual de crianças e adolescentes pode ocorrer em várias idades (incluindo bebês), e em todas as classes sociais, podendo ser de várias formas, como:

· Abuso sexual: a criança é utilizada por adulto, ou até um adolescente, para praticar algum ato de natureza sexual;

· Exploração sexual: usar crianças e adolescentes com propósito de troca ou de obter lucro financeiro ou de outra natureza em turismo sexual, tráfico, pornografia, ou também em rede de prostituição.

Não deixe esse crime passar em branco, vamos denunciar!

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Por Hudneide Nobrega - Diretora Técnica SINTAT/RN